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ADVENTÍCIO

Divulgação de pesquisas e acontecimentos raros e estranhos

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Divulgação de pesquisas e acontecimentos raros e estranhos

O primeiro assassínio aconteceu há 430 mil anos

Descoberta foi feita no local arqueológico que será o primeiro enterro ou ato funerário da História.

O primeiro assassínio confirmado da história tem pelo menos 430.000 anos, de acordo com um estudo hoje publicado que investigou lesões cranianas fatais.

O estudo, publicado hoje na revista Plos One, analisa as lesões mortais ao crânio sofridas por um dos mortos encontrados em Sima dos Ossos, em Atapuerca, na província espanhola de Burgos, um local onde continuam a ser encontradas novas informações que pouco a pouco ajudam a reconstruir a evolução humana.

O crânio em causa foi recuperado junto aos restos mortais de mais 27 pessoas em escavações que foram realizadas entre 1990 e 2010, tendo os investigadores concluído que todos pertencem ao mesmo grupo e que tinham 430.000 anos.

Os restos mortais estavam enterrados todos juntos, um facto que durante décadas gerou um dos maiores debates da pré-história mundial.

Para a equipa de Atapuerca - que junta investigadores de várias universidades espanholas, do Centro Misto de Evolução e Comportamentos Humanos, da Fundação Basca para a Ciência e de outros centros de investigação de Paris, Pequim e Nova Iorque - esta acumulação de cadáveres pode considerar-se como o primeiro indício de um enterro ou ato funerário.

 

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 Imagem do crânio e pormenores da fratura fatal divulgada pelos cientistas (Fotografia © Plos One)

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Coração de padre morto encontrado intacto

Ângelo Angioni morreu há sete anos.


A fama de santo que o padre italiano Ângelo Angioni tinha conquistado no interior do estado brasileiro de São Paulo, onde viveu durante 57 anos, aumentou nos últimos dias, após a exumação dos seus restos mortais. Enviados do Vaticano para analisar o seu processo de beatificação descobriram que o seu coração estava intacto apesar de o padre estar sepultado desde 2008. Segundo os peritos do Vaticano habituados a exumações, a preservação de qualquer parte do corpo após o sepultamento não é impossível, mas não é comum. Para que o padre seja considerado beato é necessário que seja reconhecido pelo menos um dos vários milagres que a população local lhe credita. Por isso, os enviados da Santa Sé estão a recolher o maior número de relatos possível de fiéis da região, para posterior análise e eventual confirmação, um processo que pode demorar vários anos.

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 O coração do padre Ângelo Angioni foi encontrado intacto sete anos após a sua morte (fonte CM)


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