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ADVENTÍCIO

Divulgação de pesquisas e acontecimentos raros e estranhos

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CIRURGIA REVOLUCIONÁRIA CURA DIABETES TIPO 2

Um médico espanhol conseguiu reverter a diabetes tipo 2 em milhares de pacientes obesos, através de uma cirurgia revolucionária que vem trazer uma nova esperança para os 382 milhões de pessoas que sofrem desta doença em todo o mundo. A técnica foi desenvolvida por Carlos Ballesta, médico do Hospital Ruber Internacional, em Madrid.

Os especialistas calculam que a doença afecte entre 250.000 a 500.000 portugueses, avança o agregador O Meu Bem Estar, mas muitos deles ainda estão por diagnosticar. Apesar dos avanços da investigação científica, estilos de vida mais sedentários e má alimentação contribuem para a proliferação da doença, principalmente no mundo ocidental.

Enquanto tratava os seus pacientes obesos, Carlos Ballesta, chefe da Unidade de Obesidade e Diabetes do referido hospital, descobriu que a cirurgia de redução de apetite desenvolvida por si permitia também reverter o problema da diabetes. Ao contrário do “bypass” gástrico tradicional, a técnica de Ballesta, chamada de cirurgia metabólica, actua na zona do intestino que está ligada ao cólon, onde actuam as hormonas que metabolizam a insulina. A taxa de sucesso da intervenção ronda os 97%, escreve o jornal espanhol ABC.

“Os resultados da cirurgia implementada são extraordinários”, refe o médico ao jornal. A intervenção é pouco invasiva, pois é feita através de laparoscopia, e não deixa cicatrizes no paciente. Como tal, é considerada uma operação de baixo risco e o paciente pode ter alta nas 48 a 72 horas seguintes.

A cirurgia só pode, no entanto, ser aplicada em pacientes com excesso de peso. “Todas as pessoas que tenham um Índice de Massa Corporal superior a 35 ou que apresentem um excesso de peso de cerca de 30 quilos e que sejam diabéticas, hipertensas ou sofram de alguma patologia relacionada com o excesso de peso, como por exemplo hérnias discais, são indicadas para esta cirurgia”, explica Carlos Ballesta.

Desde que desenvolveu a técnica, Ballesta já operou mais de 3.000 diabéticos em toda a Espanha.

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 Foto: Michael (a.k.a. moik) McCul / Creative Commons

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Cientista encontra prova científica da existência da alma

O anestesista estadunidense Stuart Hameroff, da Universidade do Arizona, apresentou uma teoria científica que confirma a existência de vida após a morte, ou seja, a imortalidade da alma.

Segundo o anestesista, quando o coração humano pára de bater, as informações armazenadas no cérebro não se dissipam, mas continuam a se espalhar por todo o universo. Quando os médicos conseguem fazer voltar uma pessoa à vida, esta informação quântica, após ter estado no espaço, regressa ao corpo. Portanto, a pessoa lembra-se desta experiência incomum.

Segundo os cientistas, essa teoria explica o fato de os sobreviventes da morte clínica contarem sobre a existência de uma "luz branca" ou de um "túnel" por onde teriam passado.

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Dormir pouco faz tão mal à saúde como fumar

Leu bem. Um estudo da Organização Mundial da Saúde sugere que a repetição de noites com horas de sono a menos pode, da mesma forma que o tabaco, desencadear um enfarte ou um AVC

A investigação envolveu 657 homens, sem historial de doenças cardíacas, de uma cidade russa, e concluiu que quem sofre de alguma perturbação do sono e dorme sistematicamente menos de sete horas por noite tem quatro vezes mais probabilidades de sofrer um AVC do que os que têm, normalmente, uma boa noite de sono.

"Dormir não é uma coisa banal. As perturbações do sono foram associadas a um aumento significativo da incidência tanto de ataques cardíacos como AVC", alerta o professor Valery Gafarov, que acrescenta: "A falta de domir deve ser considerada um fator de risco para doenças cardiovasculares a par do tabaco, falta de exercício e uma má dieta."

O estudo da Organização Mundial de Saúde (OMS) faz parte um programa da instituição que investiga as causas das doenças cardiovasculares. Com início em 1994, o estudo avaliou a qualidade do sono dos 657 participantes, com idades entre os 25 e os 64 anos, acompanhado-os nos 14 anos seguintes. Quase dois terços - 63% - dos homens que tiveram um ataque cardíaco tinham também uma perturbação do sono.

Garafov apresentou as conclusões do estudo durante uma conferência em Dubrovnik, na Croácia.

 

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